sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015



entre uma coisa e outra, parei com o tempo. paramos, o instante de atravessar o manto de folhas e levar o sol comigo...


sábado, 21 de fevereiro de 2015


sábado de manhã...
não será uma cerimonia do chá, mas às vezes sabe bem trocar a caneca de dose industrial por uma simples chávena e saborear em jeito de ritual...



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015



já fui "uma pessoa grande... e esquisita" de um planeta pequeno onde me visitou o principezinho. tive pena que ele não tenha ficado por lá para me admirar... 
...eu, a mulher mais bela, mais rica, mais inteligente e mais bem vestida de todo o planeta... 
vivi lá muitas vezes, por uns 5 minutos que me pareciam uma eternidade, na mais bela peça de teatro que alguma vez participei e vi... foi um tempo mágico que ainda vive dentro de mim, lá onde o essencial é invisível aos olhos...


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015



provei e gostei...


e vou repetir estes "hambúrgueres" de lentilhas e cenoura
(ingredientes: lentilhas e cenoura (cozidas e esmagadas), coentros e hortelã (picada), cebola (ligeiramente refogada com alho) e para a crosta: farinha de milho e sementes de sésamo)



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

domingo, 15 de fevereiro de 2015



"a ver se me safo da cara-de-chuva do tempo" foi o que pensei ontem quando decidi ir correr. a volta já estava pensada. a cara do tempo contrastou com a temperatura amena e a brisa levemente tépida que fui atravessando. no inicio há sempre ali aquele momento "porque-é-que-eu-me-meto-nisto, agora-fica-mal-virar-para-trás-e-ir-mas-é-sentar-me-no-sofá". ultrapassados estes pensamentos, comecei desfrutar do sossego e a descer da cidade para depois fazer a subida que permanece cortada ao transito. menos poluída e de densa vegetação circundante permite que num ritmo confortável perca a noção do tempo e do espaço e me encontre ali com pensamentos dispersos ou nenhuns. não deixa de ser uma subida e a componente de esforço talvez seja a responsável por esvaziar do supérfluo e não aprofundar questões que façam perder energia adicional. concentrar-me na respiração, manter o ritmo cardíaco controlado e assoar-me à camisola porque me esqueci de levar lenço e seguir a fungar não estava nos planos. chegar à porta de casa e pensar "oh já acabou". ao corpo sabe-lhe bem parar mas a cabeça estava naqueles dias que seguia por ali fora. depois da maratona e do abrandamento forçado e justificado por uns pés que estavam a queixar-se de overuse, reencontrei novamente o ponto de equilíbrio que me permite perspectivar prosperidade para esta minha terapia. sem exageros, a respeitar o corpo, para que o bem que faz à mente não falhe.


sábado, 14 de fevereiro de 2015



sábado de manhã...
antes de ir correr, inspirada nas receitas e sobretudo nas imagens que proliferam na blogosfera. os ingredientes a olho, como é meu apanágio e deixar a imaginação fluir em volta de uma chávena de grão-de-bico que queria aproveitar.

que hoje, assim como ontem ou amanhã, não falte o "e"...
o "e" ao enamoramento, porque namorados podem ser como os chapéus do pátio das cantigas... há muitos... enamorados é que nem tanto, tem dias! e o enamoramento pelas pessoas e pela vida é o que trás um pouco mais de sentido aos nossos dias...



Passou por mim e sorriu de Deolinda
este texto e este


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015



vi este video vezes sem conta. cheguei a passá-lo para o computador e escutá-lo de forma incansável... adoro ver e ouvir estes dois velhotes, assim como a sonoridade da viola campaniça que desconhecia.
não consegui suster as lágrimas quando li que o Senhor Manuel Bento faleceu em Janeiro...

deixo abaixo o link do programa do projecto da MPAGDP dedicado à viola campaniça que era afinal aquele que eu mais aguardava para a escutar e para rever o senhor Joaquim Sousa e o Ti Manuel Bento...





um graffiti à sexta
esta parede cor-de-rosa andava a pedir...


domingo, 8 de fevereiro de 2015


de cá para lá, a correr para tomar o pequeno almoço no sitio do costume
de lá para cá à boleia, mais dois padrões do fundo do baú para me aquecer nestes dias frios...


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015





as datas sucedem-se, nesse compasso certinho, tantas vezes desvirtuado pelos acontecimentos da vida. às vezes o tempo passa depressa, às vezes passa devagar. mas as datas lá chegam sempre para recordar que passou mais um ano sobre qualquer coisa. hoje seriam os teus 62 anos, assinalados agora somente pela incansável saudade que vai do estado sereno ao brutal... também conforme os acontecimentos da vida...


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015



um almoço fora, a duas, e com sobremesas partilhadas. depois aproveitar para passar no supermercado e comprar o "avio" em falta. um bolo, um chá e uns parabéns cantados a mais vozes. as velas dos 83 anos e o foguete foram a surpresa com que já não contava mas lá no fundo ainda desejava. à noite quando o irmão que mora em Lisboa (e que fez 81 anos no dia 30/01) lhe ligou a dar os parabéns disse: "(...) vamos pedir um ano de cada vez e que para o ano falemos de novo, mesmo que um pouco mais gagos" e riu-se...


eu quero que sim...


domingo, 1 de fevereiro de 2015



daquelas coisas que dizemos inesperadamente aos outros e reavivamos para nós:
"acredita com ingenuidade, como se fosses uma palerma feliz... deixa-te ser genuinamente ingenua na forma como observas a vida..."