terça-feira, 15 de outubro de 2013


... das férias 4 a 13 de Setembro de 2013
e esta musica para a companhar as imagens...



... desta vez a mochila ficou um pouco mais pesada. Apesar de ter optado por roupa leve, escolhi peças com alguns cm2 a mais, isto porque queria respeitar algumas mentalidades mais sensíveis por onde quer que andasse e evitar desconforto por ter o corpo mais a descoberto, por isso saí de casa de pernas e ombros cobertos. Mas antes de chegar ao destino foi no Rossio de Lisboa, mais propriamente na Praça de D. Pedro IV que reencontrei o meu companheiro de viagem. Apesar desta vez já saber quem ia encontrar, não deixei de sentir um certo nervosismo até ao momento em que fui cumprimentada ao som daquele sotaque do norte. E deste hipódromo do tempo romano iniciamos a segunda aventura até um outro hipódromo bizantino, o de Sultanahment. Para lá chegar foram necessários dois voos, um de Lisboa para Bucareste e desta ultima para Istambul. Para descontrair no mp3 uma música zen que me apraz alguma calma de modo a enfrentar 6 horas no céu com ar de quem vai de autocarro.

Partimos de noite e chegamos de dia. Paramos para descansar um pouco naquele mesmo terraço que viria a ser o cenário de todos os pequenos-almoços. A vista alcançava a cúpula da Aya Sophya, os minaretes da Mesquita Azul, o Bósforo e o lado asiático. Com tudo ali tão perto não tardamos a descer a Divan Yolu para começarmos a percorrer uma ínfima parte dos 5300 km2 pelos quais se estendem esta cidade. Foi nela que permanecemos durante oito dias. Foram poucos para ver tudo mas suficientes para ver contrastes geográficos, arquitetônicos e sociais, demasiada informação a processar em tempo real. Alojados no centro nefrálgico de Sultanahmet, zona do Sultão Ahmed, antes de passarmos aos monumentos emblemáticos desta parte europeia e antiga da cidade de Istambul já levava com uma avalanche de pessoas, turistas e superior quantidade de habitantes locais.


No primeiro dia tive a sensação de ter visto demasiados homens. Levei mais um dia ou dois para perceber o porquê. Saindo à descoberta, logo pela manhã, é com eles que mais nos cruzamos. Por ali dominam na sociedade laboral, são eles os principais responsáveis pelos estabelecimentos comerciais. Trabalham nos intervalos da pausa para o çay acompanhado de conversa e da pausa para as orações. Sobre o que conversavam ao ritmo do çay não sei, porque não compreendo turco, mas suava-me a rotina. Possivelmente o conteúdo da conversa será o mesmo que é mantido ao final do dia naquele pátio de interior onde muitos relaxam na companhia de um narguilé enquanto jogam gamão. E já que iniciei a falar de homens seguindo pela Divan Yolu acima, onde predominam, existem sapatarias só para eles. Crescida numa sociedade onde a secção dos sapatos para homens era visivelmente reduzida quando comparada com a das mulheres, e ainda que, hoje em dia a metrossexualidade os tenha feito ganhar quotas nesta secção, ver sapatarias só com sapatos de homens, com homens “à porta da loja” provocou-me alguma estranheza, até porque ali não são consequências da modernidade mas sim evidências culturais dos seus costumes.
É isso, e o modo como se sentam nos parques, jardins, nas pequenas mesas à porta dos seus estabelecimentos, ou até nas mesquitas, há uns quaisquer resquícios de sultão na forma como articulam os seus movimentos. Relembro que ainda não saí de Sultanahmet. Já na margem junto ao Bósforo encontrei somente o quê? Homens, é verdade, sobre as rochas estrategicamente posicionados a apanhar bronzes de sol, a nadar ou a pescar, sós ou em grupos mas somente homens e vá também dois ou três casalinhos de enamorados e com bom gosto, pois aquela margem com as rochas ali beijar o mar, o som da leve ondulação, o cheiro límpido e a cor daquela água encorpada, com certeza que deleitam a alma de qualquer apaixonado, e com esta imagem acabo a suspirar e quase me distraio de continuar as minhas anotações…


Naquela mesma avalanche também circulam mulheres e nelas predominam os şallar e os pardüse. E şallar usa-se com ou sem pardüse, mas não se usa pardüse sem şallar. Do corte e costura dos pardüse também podemos conspirar acerca da sua condição social. Dos padrões e modos de colocar os şallar, também podia conspirar várias teorias que lamentavelmente não tive oportunidade de esclarecer com nenhuma turca. E se tal oportunidade me tivesse sido dada quereria perceber o que pensam outras que mesmo estando maquilhadas, de calças de ganga, ténis da nike, malas vistosas e de unhas pintadas, colocam por cima o xador preto ou uma outra vestimenta preta com ou sem o niqab. A resposta passará pelas suas raízes e tradições que assim o exigem ou porque elas mesmas fazem questão de se apresentar desta forma. Umas de ar mais lívido, outras de tez mais morena, confesso achá-las resistentes porque pardüse com um calor de 40ºC não é para todas.


Foi em Sultanahmet que entramos pela primeira vez numa mesquita e mandam os costumes que o façamos descalços e as mulheres de cabelos cobertos, prevenida com o meu lenço não tardei a pôr-me a jeito e a deslumbrar-me com o seu interior, nomeadamente os azulejos no tom que lhe justifica o nome de Mesquita Azul. Também de admirar os enormes tapetes que cobrem toda a superfície interior da generalidade das mesquitas. Confesso que a forma arquitetônica destes templos, a sua amplitude, a simplicidade decorativa, ainda que possa ser mais ou menos valiosa exerceram sobre mim uma atração. Acredito que de hora avante não raras vezes vá ser assaltada pelo desejo de passar algum tempo de reflexão e agradecimento numa qualquer mesquita. Mas em qualquer uma das muitas que visitamos, não tardamos a seguir viagem porque sabíamos haver mais para ver, procurando-as no mapa, descobrindo minaretes na paisagem ou uma inscrição numa portada sucedida da palavra Camii. Assim passamos por Sultanahment Camii, Yeni Camii, Beyazıt Camii, Arap Camii, Mesih Paşa Camii, Eyüp Sultan Camii, Fatih Camii, Fethiye Camii, Süleymaniye Camii, Kariye Camii, Laleli Camii, Mihrimah Sultan Camii, Büyük Mecidiye Camii, Rüstem Paşa Camii, e uma das minhas preferidas a moderna Şakirin Camii que fica no lado asiático.


Se havia um momento em que percebíamos que estávamos mesmo em terras islâmicas foram todos aqueles em que dos altifalantes das mesquitas escutamos os chamamentos para as orações. Cinco vezes ao dia de acordo com a posição do sol e a inspiração de Alá sobre um líder espiritual, ecoavam no céu passagens do Corão. Cruzávamos o olhar, como quem quer ver se o outro acaba de escutar o mesmo que nós e confirmado o acontecimento ficávamos ali simplesmente a escutar ou então precipitávamos-nos a gravá-lo num vídeo ou a contactar as nossas pessoas via telemóvel para partilharem aquele momento connosco. (libertar o turista cromo que há em nós!). Apenas nas sextas-feiras que lá passei presenciei a reunião dos homens no exterior de uma mesma mesquita e espalhados num jardim contíguo virados para Meca em momento de oração.

Só de pensar no Grande Bazar e no Bazar das Especiarias, sinto-me a sofrer uma espécie de bipartição de mim mesma, em que uma se deixa ir na amálgama de pessoas, por entre cores, luzes e cheiros. Passar a mão nos lenços, nas toalhas, nas loiças, admirar as luminárias, imaginar como é que isto ou aquilo ficaria em mim ou lá em casa. Isto ou aquilo para oferecer a aquele ou àquela. Aqueles condimentos para as minhas incursões culinárias, aqueles chás para as minhas infusões e momentos zen, que bem ficariam em frasquinhos a colorir a minha cozinha, este ou aquele doce para os meus lanches. Quero tudo. A outra a que se exercita no desapego às coisas, a que sabe que na gestão dos recursos é importante contenção em tudo o que não é prioritário para garantir sustentabilidade. É neste confronto que sigo por ali a fora em velocidade cruzeiro para não perder nada de vista e não me perder com nada, excepto numa negociação renhida, por dois copos e respectivos pratinhos para o çay. Num primeiro round fui vítima de pressão psicológica, não cedi e achei-os depois ao preço a que me predispus pagar, para mais tarde os encontrar ainda mais baratos… Ah maçarica!!


E foi assim nos aproximámos do Corno de Ouro, Haliç. Junto à Ponte Galata há uma agitação de pessoas a circularem em todas as direções, particularmente ao fim-de-semana é impróprio para agorafóbicos. Há quem pare e bem para comer uma sandes de peixe grelhada com salada e sumo de limão junto às margens num dos restaurantes-barco ou então num dos restaurantes que existem debaixo da ponte. Foi neste último que comemos a nossa para escaparmos à multidão. Deliciamo-nos com o Bósforo ali ao lado.

Dali para um outro momento inesquecível, uma daquelas lembranças a recordar quando alguém me estiver a chatear na rotina dos dias. Imagine-se uma cena em que eu só passo a escutar blá, blá… blá, blá blá…e recordo aquele final de tarde passado no topo da Torre Galata, tal como a tinha desejado. Subimos ainda de dia para 360º de vista sobre Istambul, perseguir o Sol até que ele desaparecesse no horizonte dando lugar à crescente iluminação artificial da noite que encerra em si algo de hipnótico. Foi tudo de mágico em pouco mais de uma hora a 66,9 metros de altura.


Da Torre para a Avenida Istiklal são uns passinhos de bebé e ao longo dos quase 3 km desta para além das mais variadas lojas, cafés, livrarias, o que verdadeiramente nos terá marcado foi a sua movimentação mais ocidentalizada, homens, mulheres, rapazes e raparigas circulam em igual quantidade com um look mais descontraído ou mais sofisticado, quase não se veem şallar ou pardüse e nem vestígios de rapazes a vender cruzeiros no Bósforo ou Çay, çay, çay. Ao longo da Avenida circula um antigo elétrico recuperado que nos leva até a Praça Taksim.

É inevitável não recordar os confrontos que ali tiveram parte e que duvidas me deixaram se esta seria uma altura segura para visitar Istambul. Felizmente que o meu amigo ignorou isso mais do que eu, para ali nos encontrarmos sem que a nossa segurança tenha alguma vez sido posta em causa. A praça Taksim é grande e chega a ser emocionante imaginar que ali se tenham reunido tantas pessoas em defesa da manutenção do legado do seu herói nacional, Atatürk. (Atatürk mandou destruir um quartel islamita radical para no seu lugar construir um parque de arvores, parque este contíguo à Praça Taksim, no qual o presente líder quer agora a construir um mega centro comercial com mesquita…)



O Bósforo, esse corpo de mar que liga o Negro ao Mármara, foi percorrido primeiro num cruzeiro saído do porto de Eminönü, para norte junto à margem asiática regressando pela europeia, contemplando a paisagem em constante alteração de zoom, ora em modo paisagem ora a focar nos imponentes monumentos que parecem flutuar connosco naquela ondulação. 

Depois novamente no Bósforo a partir do porto de Kabataş para sul pelo Mar Mármara para o arquipélago das Ilhas dos Príncipes (Heybeli, Burgazada, Kinaliada, Sedef, Yassiada, Siviriada, Kasik e Tavsanadasi) e descer na última, e maior, a de Büyükada. Nesta, para chegar ao mosteiro ortodoxo grego de S. Jorge ou de charrete ou de bicicleta, e nós o que haveríamos de escolher? Matar saudades, cada um da sua menina lá de casa, e dar ao pedal. Não foi devido às minhas manobras radicais que me saltou a corrente mas resolvendo-se rápido passei a usufruir das mudanças com moderação. Lá bem no alto, a vista é de cortar a respiração numa primeira fase, para na fase seguinte respirar fundo na esperança de purificar os pulmões naquele pico do planeta. 


Regressar a casa num quadro cor de noite pintalgado de imensas luzes vislumbrando silhuetas geográficas e arquitetônicas europeias e asiáticas desta imensa cidade. Ao Bósforo regressamos para que nos levasse novamente de Kabataş para Üsküdar, para desembarcarmos pela primeira vez no continente asiático. Dito desta forma parece mais emocionante do que realmente é mas não deixa se ser aquele-momento-na-vida. O lado asiático um pouco mais calmo, mais clean, da caminhada à descoberta de mercados, ruas, parques e margens trago serenidade, a minha mesquita favorita, e um siyah çay.


Ainda houve tempo para uma corrida pelas ruas de Istambul (eu, orgulhosamente, na a minha t-shirt de equipa SNR). Estava mesmo com vontade de fazer o gosto às pernas e à vista, principalmente, naquele pedacinho ao longo do Bósforo. Ainda não estava nem estou de barriga cheia daquele pedaço de mar, e quanto ao companheiro da corrida acho que não atrasou muito o passo por minha causa... E a propósito de corridas até nos inscrevemos numa que decorreu já depois do nosso regresso só para ficarmos com a t-shirt de recordação (cromos2!!)
Para mim o Bósforo está para Istambul como a Fontana de Trevi para Roma, em comum o elemento água e bocadinho que partilham agora no meu coração.

Nestes dias, houve ainda momentos de susto:
a)            i)o momento em que dentro do harém do grande Topaki Palace pergunto ao R. “onde é que está a tua mochila” , questão para a qual não teve resposta objetiva pois ficara algures no nosso trajeto dentro do Palácio; mas reportado o facto à equipa de segurança não tardaram a devolver-nos a dita depois de uns eternos 10 minutos.

b)            ii) momento em que sai do supermercado do bairro ortodoxo (no qual me senti olhada como se a única parte visível de mim fosse a que está compreendida entre o queixo e o decote da camisola que era assim um pouco maior) e olhando à volta não via o R. em lugar nenhum, liguei para ele 2 vezes e nada. Passados uns longos minutos (2 mas longos), quando me preparava para sair dali de mansinho percebo que ele estava sentado no chão à minha frente (salvé, salvé!);

c)           iii) momento em que no regresso a mala do R. não apareceu no tapete após o desembarque na escala de Bucareste (confesso que este o susto nem passou muito por mim, porque estava tão cansada, saturada, impaciente com uma macacoa qualquer que me deu no regresso, não estando bem de maneira nenhuma, que só consegui pensar “oh que chatice vamos ter aqui!!”) mas afinal a mala já estava a caminho do próximo voo.

O companheiro de viagem já não era desconhecido e se expectativas houveram elas foram superadas. Igual a si mesmo na calma, no sentido de humor, no apetite, no silêncio, no sotaque e tom de voz, na abordagem, e inclusive naquela parte que tem de GPS. De mapa na mão segue como se soubesse onde está ;) e eu finjo que acredito e sigo-o usando da visão periférica para não o perder de vista porque vou de olhos postos no mais que nos rodeia. Porque gosta de andar, andar, andar e aquilo que vemos para querer pelos caminhos que fomos percorrendo é muito do que nos enriquece numa viagem assim. Sentir-me bem porque não tinha cara feia quando eu saía das “mercearias” onde entrava para comprar o meu Ayran mas depois ficava mais uns minutinhos a ver os chás, a fruta, as bolachas… e mais não sei o quê! Porque diz precisar de dormir não sei quantas horas para descansar, mas percebe a importância de aproveitarmos o tempo enquanto lá estamos, desde manhã cedo até que a lua se eleve lá no alto. Na confusão das gentes deixar de vê-lo dava direito a um exercício de calma e interiorização básico, do tipo “continua a andar que ele já aparece”, e apareceu sempre. E agradeço por  ter aparecido antes.
Obrigada por este modo de nos levares cidade adentro.


Uma cidade como Istambul é muito grande para ser toda ela linda e fantástica. Há pormenores de beleza e degradação que só se encontram percorrendo-a passo a passo. É assim que se descobrem ruas a fervilhar de vida logo pela manhã, bairros ortodoxos e cabeleireiros masculinos que alteram o style look dos jovens turcos. É assim que se descobrem muitas mesquitas irrepetíveis no seu interior. É assim que se descobrem extensas ruas em que todas as lojas vendem variedade da mesma gama de produtos. É assim que se descobre uma vista sobre a cidade de um telhado de uma antiga fábrica, onde ainda hoje laboram homens em pequenas divisões anos luz da segurança e saúde no trabalho das normas europeias. É assim que se descobrem edifícios de madeira e betão que podiam cair com um sopro nosso. É assim que se descobrem helicópteros que aterram em arranha-céus. É assim que se descobrem esquilos a brincar por entre as árvores de um parque, e um bairro de venda de velharias (um paraíso para os olhos da menina). É assim que nos desviamos das muitas canas de pesca que ao longo da ponte Galata aguardam que o peixe morda o isco. É assim que passamos pelos moços que de dia repetem Bosphorus, Bosphorus, Bosphorus na esperança de nos vender um cruzeiro e de noite apregoam çay, çay, çay, por entre os caminhos do jardim do hipódromo. É assim que passamos por vendedores de talhadas de melancia, pelos vendedores de maçarocas cozidas, e pelos vendedores de simits, e pelos vendedores de castanhas. É assim que esperava que o meu amigo tirasse fotografias a todos os gatos com que nos cruzamos e são imensos. É assim que se descobrem kebaps, para mim sai um em pão pide de galinha sem batata frita e com salada no sítio do costume, atendida por aquele charme de relações públicas, e aqui para o amigo um igual com batata frita e outro em wrap (ah valente!). A cada canto muito sumo de portukal e pomegranate e muitas garrafas de su para matar a sede e garantir esse delírio da diversão que é ficar com vontade de ir à casa de banho. Por apenas one lira, é toda uma outra aventura, não me vou estender nos pormenores mas houve-os marcantes para ambas as partes, fiquemos então pela referência às sanitas turcas e pelo fado da Ana Moura (“Despiu a saudade”) que escutei enquanto esperava para entrar no wc de uma cadeia de cafetarias multinacional. Muitos Kulah no Mac e para mim, muitos, mesmo muitos Ayran que são amargos, olha se fossem doces se calhar não bebia tantos. É assim que se passa por Basílica de Santa Sofia, Cisterna da Basilica(Yerebatan), Hipódromo, Topaki Palace, Harem, Igreja de Santa Irene, Castelo Yedikule, Muralhas, Bairro Eminonu, Universidade de Istambul, Ponte Galata, Bairro de Faith, Bairro Eyup, Palácio Dolmabahçe, Fortaleza Rumeli, Jardim Emirgan, Torre Leandro, Palácio Ciragan, Bairro Çemberlitas, Bairro Beyazit, Bairro Gulhane, Bairro Karakoy, Bairro Tophane...


É uma cidade inesquecível, principalmente devido aos contrastes com que nos vamos deparando à medida que vamos percorrendo uma ínfima parte do que é a sua totalidade. Não foi possível ver tudo, mas estou em querer que para além dos monumentos e vistas sobre a cidade e sobre o Bósforo mais emblemáticas foi-nos possível captar outros aspectos da cidade, da sua rotina e dos seus habitantes que nos deixam mais "ricos" e realistas na visão que vamos formando do mundo. Além disso saímos de lá com mais vontade de aprofundar determinados conhecimentos respeitantes à cultura. São só coisas boas!!


...e quando há viagens que parecem um sonho nada melhor que muitas fotografias para termos a certeza que lá estivemos



4 comentários:

koklikô disse...

Ena ! Mas que viagem inesquecível !! Adorei particularmente as fotos dos azulejos, dos tapetes e dos gradeamentos :)
Onde vai ser a próxima ? ;)

regressos disse...

Que maravilha! Um post para reler mais vezes, para ter a certeza de que não perdemos nada!

Ana Fernandes disse...

... foi mesmo muito marcante... qto à próxima não sei!! Bj*

Ana Fernandes disse...

não sei se vou acrescentar texto mas imagens sinto-me tentada a fazê-lo, aliás entretanto já acrescentei uma :)